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quinta-feira, dezembro 03, 2015

Há um ano e meio, por esta hora...

...  já estava aos "ais"!!! ;-DDD



Agora a sério... há um ano e meio por esta hora estava prestes a ter o momento com que sempre sonhei... conheci a minha "filha"!!!
E não fazia ideia como um amor destes nos podia preencher tanto, tantotanto!!! 
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sábado, novembro 28, 2015

Tradições dos outros...

... que adaptamos!!! :-DDD
Nos Estados Unidos comemora-se o dia de Acção de Graças - Thanksgiving - na última 5a feira de Novembro.
Nós damos graças e papamos o Peru no sábado seguinte... HOJE!!!
Sou agradecida pela saúde, alegrias, amizade e AMOR... dos que amo e que me amam e muito agradecida por esta nova forma de amar que descobri há quase 18 meses!!!
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segunda-feira, abril 09, 2012

segunda-feira, fevereiro 20, 2012

# 20 - Someone You (I) Love

Um pássaro???
Um avião???
Na, na... é o Super Homem!!!
... o meu Super Homem!!!  ;-DDD

quinta-feira, janeiro 26, 2012

Ah pois é...

Tocou há pouco na rádio... 
"quando a gente gosta é claro que a gente cuida"!!!
... e não podia estar mais de acordo com o Caetano Veloso!!! ;-DDD

sábado, dezembro 17, 2011

sábado, dezembro 10, 2011

Lindo!!!

" O amor é aquele estado em que somos nós próprios com mais satisfação."
Tony Judt

terça-feira, novembro 29, 2011

segunda-feira, maio 30, 2011

Love...

I love everybody. Some I love to be around, some I love to avoid, and others I'd love to punch in the face!!! Ok, ok... not punch, just... spit in the face!!!

segunda-feira, fevereiro 14, 2011

Gostei de ler...

Não fala. Não se explica. Não se vê e muito menos se apalpa. A sua dimensão não cabe na própria palavra de definição, nem há palavras exactas que o definam. Não se sabe porquê nem se sabe o sentido na sua existência. Não tem limites quantificáveis nem padrões comportamentais a serem seguidos. Não é incógnito, não é um mistério nem um mito. Ele existe na sua real personificação em actos e euforias sentimentais. Falasse dele soletrando uma palavra, mas essa mesma palavra é tão vazia de conteúdo que nem dele sabe falar na sua plenitude, apenas estabelece uma forma verbal para que possa ser identificado. É muito mais que isso, muito mais que palavras e conceitos. Vai para além das teorias e conversas abstractas. É superior ao desejo humano de egoísmo social estabelecendo pontes entre impossíveis. Não tem cheiro nem cor, pode ser todas as cores ao mesmo tempo, e nesse mesmo tempo não ser nenhuma. Pode tudo e o impossível. Fazemos uso dele mesmo sem sequer ser suposto estar a senti-lo!

Não avisa. Surge e instala-se. Sente-se. É a única coisa que é real e coerente dizer-se. Sente-se. A partir deste ponto, nada mais é igual, nada mais é concreto, nada mais é plausível de se previsível. Ficamos subjugados à sua vontade e na qual vamos vivendo segundo a sua rota. Ficamos inconscientes de acções, mas conscientes de que queremos viver com ele para sempre, apesar de negarmos vezes sem conta a sua grandiosidade, pois torna-nos mais vulneráveis. Apesar de fazer doer bem fundo e de levar a insanidade à exaustão, sem ele não saberíamos viver. Apenas sobrevivíamos dia após dia sem conteúdo afectivo, onde as coisas perderam o brilho natural de serem amadas, porque se ele não existisse, não haveria o motivo para se amar. A dor que ele nos deixa não é mais que um bónus de sabedoria que nos permite sentir realmente vivos. Não faria sentido viver sem ele apesar do seu sentido não ser perfeitamente compreendido. Apenas sabemos que aquela sensação exclusivamente pessoal, faz-nos sorrir, faz-nos querer, faz-nos tentar, faz-nos não desistir quando tudo à volta perdeu a vontade, faz-nos querer, faz-nos ser felizes, mesmo não sabendo bem usá-lo em forma de expressão. Só sabemos que estamos com ele naquele momento mortífero em que o Sentimos.

Quase que magoa a garganta no nó que se forma, nauseados de encantamento ficamos perante aquela figura, ficamos parados no tempo, naquele momento visual que tudo parece ser pequeno face ao que sentimos, onde questionamos tudo, mesmo a nossa real existência. É estranho e contraditório. Sentimo-nos estranhos, irreconhecíveis ao nosso espelho interior. Frágeis na sua presença, triste e vazios sem ele. É maleficamente tenebroso quando não tem forma de retorno. É triste por nos tornar tristes, perigoso por nos controlar os actos, é alheio a quaisquer éticas sociais. Mas é demasiadamente bom de ser negado, de ser ignorado. É avassaladoramente saboroso mesmo no seu lado imperfeito para deixar de ser sentido. Por ele fazemos tudo, sem ele somos nada. Não vale de nada palavras complexas e rebuscadas para o tentar exprimir. Ele é a complexa forma da simplicidade traduzida em afectos. Tudo se resume ao amar e ser amado. A sua exuberante simplicidade é que nos faz ser complexos perante tal força sem definição. Não vale a pena tentar perceber ou questionar, e muitos menos tentar explicar em forma de frases sem sentido directo de interpretação. Apenas se deve sentir e vivê-lo. De outra forma não saberemos viver com ele, e sem ele não se vive o expoente máximo da felicidade. Ele, na primeira pessoa a que chamam Amor. 

Ana Soares da Silva Rodrigues Neto, in 'Textos de Amor – Museu Nacional da Imprensa'

terça-feira, janeiro 11, 2011

Todos os dias são dias de qualquer coisa!!!

Hoje é o dia do Obrigado!!!
E não posso deixar de achar uma feliz coincidência, hoje fazer 21 anos que conheci duas pessoas que vieram a revelar-se muito importantes na minha vida e que eu ADORO!!!
São aqueles amigos que estiveram em muitos momentos felizes da minha vida... e em todos os momentos menos felizes!!!
Sou muito grata pela sua amizade, lealdade, carinho e confiança!!!
Obrigadaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa por fazerem parte da minha vida!!!

segunda-feira, julho 26, 2010

Quero envelhecer assim...

... a AMAR à beira mar!!!

E hoje é dia dos AVÓS... a todos eles a minha homenagem!!!
Aos netos... o meu conselho... aproveitem todos os dias o AMOR dos vossos AVÓS... um dia vão sentir a falta!!!

quinta-feira, julho 01, 2010

Oh que coisa linda!!! ;-DDD

Este talvez não seja o pedido de casamento mais original ou fora-de-série... mas gostei de ver!!!
Adoro demonstrações de afecto!!!


Embora, cada vez mais, acredite que o AMOR não passa por um papel... adoro estas cenas românticas, por muito pirosas que possam parecer!!! ;-DDD