Existem crianças que acreditam profundamente que os pais não gostam delas e passam uma vida inteira a procurar um amor incondicional que só a mãe lhes poderia ter dado. (...) Um abraço sincero dos pais pode ser o melhor remédio para que estas crianças deixem de se sentir «mal-amadas».(...) nunca conseguiu dar aquilo que não recebeu: afecto. (...) a falta de afecto durante a infância pode ser determinante ao longo de toda a vida. (...) Muitas vezes os filhos crescem a acreditar piamente que os pais não lhes têm qualquer carinho, pois faltou-lhes o «colo» que todos precisamos para crescer emocionalmente saudáveis. (...) Muitas vezes os pais não se apercebem da angústia em que o seu filho está a mergulhar e, na sua opinião, acham que lhes dão tudo para serem felizes. (...) «Para evoluirmos e nos construirmos, enquanto adultos saudáveis, é fundamental a dose certa de afecto».(...) Mais importante do que a quantidade é a qualidade dos afectos. (...) É importante demonstrar por palavras e gestos» (...) «é muito difícil dar-se o que não se recebeu (...) Pais com dificuldade em demonstrar o quanto gostam dos seus filhos são, muitas vezes, pessoas que também cresceram a acreditar que não foram suficientemente «gostados» quando eram pequenos. (...) Acabarão por procurar nas suas relações amorosas o amor incondicional que só as mães sabem dar.(...) «é impossível ser companheiro, pai e mãe ao mesmo tempo». O resultado é que acabam por ser pessoas profundamente insatisfeitas e com dificuldades de relacionamento.
(...) Algumas destas crianças arranjam os seus próprios mecanismos de defesa e acabam por transformar as suas carências em afecto que dão aos outros, acabando por dar aquilo que gostariam de ter recebido.
P.S. sim, eu sei que me visitam, embora não comentem tanto como seria desejável!

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